Adeus pagerank: a busca contextual veio para ficar

Adeus pagerank: a busca contextual veio para ficar

Adeus pagerank: a busca contextual veio para ficar

21 de dezembro de 2009 às 14h02

As últimas semanas foram ricas em novidades de tecnologia de busca. Anúncios de parcerias da Microsoft com o Facebook e do Google com o Twitter, o Google Social Search, que foi confirmado no blog do Google. E, para terminar, uma notinha quase despercebida no blog do Google anunciou a disponibilidade de um "skin" de busca contextual para a Wikipedia - uma funcionalidade que é simples, mas que se torna relevante no cenário atual. Estamos vendo os sinais do amadurecimento de uma tecnologia que vem sendo desenvolvida há muito tempo: a busca contextual. E é também o marco de uma mudança definitiva na forma como o negócio de otimização de busca (ou SEO - Search Engine Optimization) funciona.

O que é a Busca Contextual

Em resumo, a busca contextual é a capacidade de realizar pesquisas na Internet que sejam direcionadas pelo contexto no qual a busca é realizada. O problema é que, para que seja realmente uma busca contextual, o contexto não pode ser informado explicitamente; ele precisa ser derivado implicitamente a partir de outras informações, ou no máximo obtido a partir de uma direção generalizada. A busca contextual é extremamente difícil de implementar porque depende da capacidade de processamento de linguagem e da análise de situações, de forma que possa decidir se o contexto é positivo ou negativo. Um exemplo antigo de erro de contexto é a lenda urbana que menciona um anúncio de uísque ao lado de uma matéria falando dos riscos de dirigir alcoolizado. Esse tipo de erro já aconteceu no passado, quando a tecnologia de anúncios contextuais estava começando a ser desenvolvida. Hoje em dia, os resultados já são muito superiores.

Mas e a Web Semântica?

Analisando de uma forma bem grosseira, a Web semântica é uma proposta formal de dotar a Web de uma infra-estrutura de contextualização que poderia permitir a classificação automática de conteúdo e a realização de busca contextuais. O problema com a Web semântica é que ela exige mudanças na estrutura atual da Web. As páginas precisam ser refeitas ou aumentadas com informação adicional. Decidir a melhor forma de classificar os dados já é por si só um problema, para o qual a maioria das pessoas não tem solução. Esperar que isso seja feito manualmente para todas páginas na Web é praticamente um sonho.

Na prática, o que estamos vendo é que a informação necessária para criar uma camada semântica sobre a Web já está sendo detectada e extraída da própria rede por meio de técnicas automatizadas. Uma das melhores fontes de informação de contextualização é o grafo social do usuário. O resultado desta técnica é a busca social, que já é uma das principais formas de busca contextual disponíveis para uso geral. Outra fonte interessante é a intenção do usuário, que pode ser detectada pelo seu comportamento ou por meio de critérios simples de seleção. Por exemplo, o Google e o Bing permitem selecionar resultados mais ou menos orientados para atividades comerciais (comparação de preço, shopping, etc). Finalmente, o próprio usuário pode interferir no resultado da busca, através de ferramentas de refinamento, comentários, ordenação de resultados etc. Tudo isso faz parte de um "kit de ferramentas" que torna o processo de busca cada vez mais customizado para cada usuário.

O fim do PageRank

Uma das consequências mais notáveis da busca contextual será o fim do conceito de PageRank como o conhecemos. O PageRank é hoje um artefato dos tempos originais do Google; já foi o grande diferencial do serviço, mas com o passar do tempo se tornou um fim em si próprio, indo contra as próprias razões pelas quais o conceito foi implementado em primeiro lugar. O próprio Google alerta contra o uso exclusivo do PageRank como métrica de qualidade do trabalho de SEO. Recentemente, o resultado de PageRank já começou a ser retirado de algumas ferramentas do Google, confirmando esta tendência.

O problema do PageRank é que ele reflete um modelo estático de relevância. O valor de uma página depende da estrutura de links que apontam para ela. Em uma web cada vez mais dinâmica e social, esta estrutura muda com muita frequência. Mais do que isso: em um mundo de busca contextual, não existe um resultado fixo e estático para a relevância de uma página.

A nova fase do SEO

A busca social inaugura uma nova fase de otimização de busca. A partir de agora, não basta criar uma estrutura rica em links. É preciso ocupar os lugares certos para estar presente no contexto desejado pelo usuário no momento em que a busca for feita. E isso envolve conversação contínua com a comunidade. É preciso estar presente e participar, por meio de redes sociais, blogs, Twitter etc. A comunicação passa a ser fundamental e, para que ela funcione, precisa ser constante, consistente e relevante:

  1. Constante significa que a comunicação não para. É preciso sempre estar conversando com os clientes, atualizando o timeline;
  2. Consistente indica que a presença deve se caracterizar por um comportamento uniforme, que traduza uma posição previsível e com a qual as pessoas possam se identificar;
  3. Relevante quer dizer que a mensagem deve ter conteúdo e deve atingir as pessoas certas.
O resultado final deste processo não deixa de ser irônico. Durante anos, a profissão de SEO evoluiu a ponto de se tornar estratégica para a presença Web de qualquer empresa. Muitas vezes, o trabalho de SEO focava mais nas questões técnicas do que na mensagem ou no conteúdo em si. Mas em um mundo de conversação e de relevância contextual dinâmica, outro tipo de atividade recupera seu valor: o planejamento de marketing tradicional, e mais especificamente o trabalho de relações públicas. Não basta mais escolher as palavras certas ou estruturar a página de uma determinada forma. O que determina o contexto - e particularmente o contexto social - é a capacidade de ocupar espaços e participar de discussões. Esse ressurgimento da atividade de relações públicas - agora revestida de uma linguagem Web e de práticas do mundo online - será um dos grandes diferenciais entre os sites que irão se destacar no mundo da busca contextual, deixando os dinossauros do PageRank para trás.

Fonte:
Por Carlos Ribeiro, site iMasters
Publicada em 17 de novembro de 2009 às 11h00
http://imasters.uol.com.br/artigo/14992/seo/adeus_pagerank_a_busca_contextual_veio_para_ficar/

Comentários (0) | Deixe seu comentário | Link

Google é responsável por 95% das buscas realizadas pela internet no Brasil

26 de outubro de 2009 às 13h37

Estudo feito pela Serasa Experian Hitwise aponta crescimento de 6% de participação nas pesquisas na web nos 42 sites concorrentes.

O buscador Google registrou 95,37% de todas as buscas realizadas pela internet nas últimas quatro semanas, segundo dados divulgados pela consultoria Serasa Experian Hitwise.

O estudo colheu informações sobre a interação de 90 mil pessoas em 60 mil sites no Brasil em setembro e foi finalizado em 3 de outubro.

Os buscadores Yahoo! Search, Bing e Ask.com receberam apenas 1,86%, 1,69% e 0,23% das visitas, respectivamente.

Listados na ferramenta de análise de sites de busca do Hitwise, os 37 sites de busca restantes foram responsáveis por 0,8% das procuras realizadas no Brasil.

Além de se consolidar como a maior ferramenta de busca no país, o Google detém também o maior número de trafego - 38,48% - de usuários que desejam navegar por sites de alguns setores como Portais, Entretenimento e Esportes. Os três segmentos juntos tiveram um aumento de 27,3% na comparação entre abril de 2009 e setembro do mesmo ano.

Na soma do Google com os demais sites de busca esse tráfego passa para 42,61%.

Fonte:
Por Redação do IDG Now!
Publicada em 23 de outubro de 2009 às 08h29
Atualizada em 23 de outubro de 2009 às 11h22
http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/10/22/google-detem-95-das-buscas-realizadas-pela-internet-no-brasil

Comentários (0) | Deixe seu comentário | Link

Comérco eletrônico pode faturar R$ 10,5 bilhões no Brasil em 2009

13 de outubro de 2009 às 17h29

Até o final do ano serão quatro milhões de novos consumidores. Valor médio das compras na rede deve passar de 323 reais para 346 reais.

As operações de comércio eletrônico no Brasil devem encerrar 2009 com um faturamento estimado de 10,5 bilhões de reais e cerca de 11,5 milhões de compradores online. Os números foram apresentados nesta quarta-feira (30/9), durante o Seminário e-commerce para Pequena e Média Empresa, realizado pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) em conjunto com a Camara-e.net.

Segundo a superintendente de marketing da ACSP, Sandra Turchi, o valor médio das compras online efetuas até agora é de 323 reais. Para o Natal, diz ela, a tendência é que a média chegue a 346 reais, com 4 milhões de novos compradores online.

Para Sandra, a facilidade de a classe C obter cartões de crédito e parcelar as compras pela web foram elemento importante para estimular o comercio digital. Além disso, acrescenta, o prazo para pagamento costuma ser mais longo do que nas lojas físicas.

Segundo a ACSP, enquanto 90% das grandes empresas utilizam a web para fazer negócios, apenas 7,1 em cada dez pequenas e médias empresas contam com essa linha de negócios. Sandra afirma que é fundamental para s PMEs explorarem a economia digital, já que hoje 80% da renda obtida em comércio eletrônico é realizada pelas grandes empresas. A meta das PMEs é crescer entre 20% e 30% até 2010.

Sandra afirma, porém, que apenas oferecer a possibilidade de comercialização via internet não basta, e é necessário inovar dentro do leque de opções existentes e destaca, por exemplo, o uso de catálogos, listagens, oferta de suporte técnico e participação em redes sociais. Para Sandra, “a melhor maneira de encontrar o cliente é ser encontrado por ele”.

Fonte:
Por Nando Rodrigues, da PC World
Publicada em 01 de outubro de 2009 às 18h23
Atualizada em 02 de outubro de 2009 às 10h26
http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/10/01/comerco-eletronico-pode-faturar-r-10-5-bilhoes-no-brasil-em-2009

Comentários (0) | Deixe seu comentário | Link

      1  2      

Informe a expressão que deseja procurar e clique em localizar.


Web sites

Web sites Web sites

Soluções web based sob medida para as necessidades da sua empresa. Desenvolvimento de websites pessoais, institucionais e comerciais modernos e com qualidade superior.

PORTIFÓLIOSERVIÇOSARTIGOSPERFILCONTATO
COPYRIGHT © 2009 - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS